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fases

1. 2002-2008

2. 2007-2012

3. 2010-2016

4. 2018-em curso


PAISAGEM E PARTICIPAÇÃO SOCIAL: PROCESSOS COLABORATIVOS, AÇÕES EDUCATIVAS E POLÍTICAS PÚBLICAS
docente responsável: Euler Sandeville Jr.

Esta linha de pesquisa tem como objetivo a concepção e participação em processos colaborativos de aprendizagem em ação para compreensão e transformação das paisagens em que vivemos. Desenvolve estudos de paisagens em suas dinâmicas naturais e urbanas e estudos das especificidades culturais e arranjos ou apropriações espaciais referentes a determinadas comunidades ou grupos sociais, sobretudo em condições de exclusão. O que caracteriza o trabalho é a construção de conhecimento em processos colaborativos e experimentais com conexão essencial entre pesquisa-ensino-extensão e processos de aprendizagem partilhada e colaborativa com comunidades e instituições públicas.

É inevitável a interface propositiva com instâncias da gestão e das políticas públicas a partir da apreensão crítica das percepções, valorações, modos próprios de construir e significar paisagens das comunidades envolvidas e do conhecimento acadêmico sobre a natureza e a cidade. Nesse sentido, coloca-se o desafio de não cair nem em sua idealização pela supressão de suas contradições e disputas internas, nem (desafio ainda maior) negar a outros sujeitos que lhes são (ou também nos são) antagônicos, as próprias razões, sem com isso nos eximirmos de um necessário posicionamento ético e crítico.




Figura: Mapa mental das ações educativas, elaborado em 2010, Euler Sandeville Jr.


FUNDAMENTOS

As pesquisas e ações se organizam como aprendizagem colaborativa a partir de fundamentos éticos e sensíveis propostos nos princípios e postulações da Espiral da Sensibilidade e do Conhecimento e na formulação de conceitos e métodos participantes no estudo da Paisagem, a partir da proposição das Paisagens como Experiências Partilhadas e Socialmente Construídas, reconhecendo suas tensões e contradições, evidenciando o drama humano que abrigam em sua dimensão histórica, ecológica e cultural.

O grupo de pesquisa reúne pesquisadores de diversas áreas de formação que atuam colaborativamente em um programa integrado de trabalho, que envolveu áreas sobretudo em São Paulo, mas também em outras regiões do país e no exterior, resultando em publicações, capítulos dissertações, trabalhos de conclusão e iniciação, e sobretudo em relações dialógicas de construção de conhecimento com parceiros externos.


REPERCUSSÕES (+ EM PROJETOS E ÁREAS DAS AÇÕES)

O grupo de pesquisa reúne pesquisadores de diversas áreas de formação que atuam colaborativamente em um programa integrado de trabalho, que envolveu estudos e ou ações em áreas sobretudo na cidade de São Paulo, mas também em outras regiões do Estado (Sorocaba/Itu, Salto, Vale do Ribeira, Jundiaí, Atibaia, Médio Tietê, Ubatuba, São Sebastião) do país (Minas, Paraná, Santa Catarina, Bahia) e no exterior (Moçambique e Uruguai), resultando em publicações, libros, dissertações e teses, trabalhos de conclusão e iniciação, e sobretudo em relações dialógicas de construção de conhecimento com parceiros externos.

A pesquisa deu origem em 2003 ao Núcleo de Estudos da Paisagem (NEP) e, em 2005, a seu registro no CNPQ e a um laboratório que, em sua reorganização em 2010, passou a chamar-se Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade (LABCIDADE), formado então a partir da cooperação de dois núcleos de pesquisa e ação: o Núcleo de Estudos da Paisagem (professor Euler Sandeville) e o Núcleo Direito à Cidade (professoras Raquel Rolnik e Paula Santoro).

Contribuiu para a criação de Monumento Natural em Atibaia, de projetos educativos comunitários e de conservação do patrimônio cultural, para a criação do Observatório de Remoções e cooperação em grupos de trabaho interdisciplinares reunindo áreas sociais e ambientais na Universidade. Desenvolveu o programa Universidade Livre e Colaborativa inicialmente em Atibaia, Brasilândia, Heliópolis, entre outros e, especialmente em Perus, Anhanguera e Jaraguá, com moradores, educadores, coletivos culturais e lideranças indígenas da região. Desenvolveu a em processos dialógicos a concepção e criação da legislação urbanística dos Territórios de Interesse da Cultura e da Paisagem.



INOVAÇÃO E DESENVOLVIMENTO HUMANO E SOCIAL

O projeto possui potencial de inovação de produtos, processos ou serviços? Qual o potencial de inovação do projeto? Sim:

  • processos colaborativos de trabalho e tomada de decisão,
  • urbanismo colaborativo de baixo custo e inovação em políticas e normas públicas
  • construção de conhecimento através da participação social e busca colaborativa de solução de problemas processos educativos na paisagem com projetos de formação de professores, alunos, agentes comunitários da rede pública de educação e saúde para interpretação e proteção da natureza e da paisagem urbana e de seus processos de transformação e valoração,
  • integração de pesquisadores, comunidades e políticas públicas.




      

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uma proposta de Euler Sandeville Jr.


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